Os dois são modelos mixture-of-experts de pesos abertos com contexto de 1M de tokens, a $0,15 de entrada e $0,60 de saída por milhão de tokens nas APIs dos fabricantes. A DeepSeek cobra esse valor apenas fora do horário de pico e o dobra nos horários de pico dos dias úteis; a MiniMax cobra um valor fixo. O DeepSeek lidera nos benchmarks de programação e tem licença MIT, enquanto a MiniMax distribui um checkpoint com um terço do tamanho, sob uma licença com condições de atribuição e de receita.
No papel os dois custam o mesmo, e na prática a escolha depende de horário, licença e de quanto você confia nas respostas. A API da DeepSeek cobra $0,15 por milhão de tokens de entrada e $0,60 por milhão de saída apenas fora do horário de pico; entre 01:00 e 04:00 e entre 06:00 e 10:00 UTC nos dias úteis, os dois valores dobram. A MiniMax cobra $0,15 e $0,60 fixos, a qualquer hora e com qualquer tamanho de prompt. A entrada em cache pende para o outro lado: os acertos de cache da DeepSeek custam $0,003 a $0,006 por milhão, os da MiniMax $0,015, então um prompt de sistema longo reenviado milhares de vezes sai mais barato na DeepSeek.
O DeepSeek tem as melhores pontuações onde a maioria das equipes vai usar esses modelos. A Artificial Analysis dá à versão 1017 nota 45 no seu Intelligence Index, contra 43 do M3.1-Flash, segundo a VentureBeat, e a própria tabela comparativa da MiniMax mostra o DeepSeek à frente no DeepSWE v1.1 (77,0% a 73,7%), no Terminal Bench 4.0 (42,3 a 38,1) e no NL2Repo-Bench (68,2 a 61,2). A MiniMax lidera no Automation-Bench v1.0.6, por 62,8 a 60,5. Os números dos model cards são todos autodeclarados. O alerta independente está do lado da MiniMax: a VentureBeat relata uma taxa de alucinação de 93% do M3.1-Flash no AA-Omniscience, o que significa que, quando não acertava, ele quase sempre respondia errado em vez de se recusar a responder.
Os custos do raciocínio são onde os preços de tabela enganam. O M3.1-Flash sempre raciocina e usa por padrão o esforço máximo, que segundo a documentação da MiniMax gasta mais tokens de saída; a Artificial Analysis o considera muito prolixo, com 180 milhões de tokens de saída para rodar o seu índice, contra uma mediana de 100 milhões. As equipes que usam a MiniMax devem definir o esforço por requisição em vez de aceitar o padrão. A DeepSeek expõe o esforço em uma escala de 1 a 100, com o raciocínio ativado por padrão.
Para hospedar por conta própria, a balança se inverte. A licença MIT da DeepSeek não tem condições, mas o seu checkpoint tem cerca de 765 GB e não cabe em um nó de oito H100 de 80 GB. O da MiniMax tem cerca de 250 GB e cabe em um, mas a sua licença exige o crédito "Built with MiniMax M3.1-Flash", um e-mail de aviso e permissão por escrito para produtos acima de $20 milhões de receita anual. Para uma grande empresa que quer os pesos nos próprios servidores, a papelada da DeepSeek é mais leve e a conta de hardware, mais pesada.